Centros de Distribuição dos Correios de Maringá mantêm estado de greve

Brasil, São Paulo, SP. 12/08/2010. Carteiro faz entrega na Vila Madalena, zona sul da capital paulista. - Crédito:ANDRÉ LESSA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Codigo imagem:66594

Dois Centros de Distribuição Domiciliária (CDDs) dos Correios de Maringá estão em estado de greve desde o início do mês de dezembro. Eles reivindicam a implantação da entrega matutina e o conserto das motos que estão quebradas.

Nesta segunda-feira (12) e terça-feira (13), eles se reuniram em assembleia e decidiram não deflagrar greve, depois que a organização se comprometeu a atender às exigências. No entanto, o sindicato da categoria afirma que a situação pode mudar caso a estatal não cumpra o acordo.
Segundo a diretora executiva do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná (SINTCOMPR) da região de Maringá, Maria Izabel Peliçon, já há uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho sobre a obrigatoriedade da entrega matutina, mas em alguns centros de distribuição isso ainda não foi implantado. “Em discussões anteriores com a empresa, foi dito que a coordenação nacional não aprovava a entrega matutina nesses dois lugares. Passada segunda-feira [12] a gente conversou com o diretor regional dos Correios e eles sinalizaram que farão a implantação, mas vamos manter o estado de greve até que o acordo seja cumprido.
Para Maria Izabel, a possibilidade de fazer as entregas de manhã é importante para a qualidade de vida dos entregadores. “O sol da tarde é muito mais quente que o da manhã e a maioria dos trabalhadores faz as entregas de bicicleta ou moto”, diz. “Nos outros CDDs já existe a entrega matutina e a gente acredita que todos sejam iguais. Com isso e com as motos consertadas eles vão produzir mais. Não há motivo para não implantar”, justifica.
Em nota, os Correios informaram que as equipes dessas unidades estão trabalhando normalmente e que o diretor regional da empresa no Paraná, Paulo César Kremer, iria a Maringá para se reunir com os empregados. “O objetivo é chegar a uma solução que contemple tanto os anseios dos profissionais quanto a necessidade da estatal”, diz a nota.

Os dois centros de distribuição da cidade que reivindicam entrega matutina são o CDD Maringá e o CDD 7 de Setembro, que, juntos, atendem à Zona 5, Zona Norte e a região central da cidade.

 

Fonte: Diário de Maringá

Auditores da Receita Federal entrarão em greve no próximo dia 18

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Os auditores da Receita Federal decidiram nesta terça-feira entrar em greve a partir do próximo dia 18. Eles reivindicam equiparação salarial com os delegados da Polícia Federal, que recebem R$ 18 mil –os auditores ganham, em média, R$ 13.300.

Os auditores da Receita Federal decidiram nesta terça-feira entrar em greve a partir do próximo dia 18. Eles reivindicam equiparação salarial com os delegados da Polícia Federal, que recebem R$ 18 mil –os auditores ganham, em média, R$ 13.300.

“Se o governo não apresentar uma proposta até o dia 18 nós vamos fazer greve”, afirmou Pedro Delarue, presidente da Unafisco (Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal).

Durante o dia de hoje, a categoria faz assembléia em todo o país. Até 19h30, foram apurados 2451 votos. A greve recebeu o apoio de 97,48% da categoria. Segundo Delarue, cerca de 3 mil auditores participaram das assembléias que ocorreram em todo país.

A categoria pede equiparação salarial com os delegados da PF, que ganham cerca de R$ 18 mil desde setembro do ano. O salário de um auditor em início de carreira é de R$ 10 mil, já incluindo R$ 3 mil de um adicional sobre metas de trabalho. Os que estão em um estágio mais avançado da carreira recebem R$ 13,3 mil, também com o adicional de metas.

Hoje, a Receita Federal possui 12 mil auditores ativos. Cerca de 90% estão em um estágio mais avançado da carreira, ou seja, ganham R$ 13.300.

De acordo com Delarue, o governo federal se comprometeu a fazer essa equiparação salarial no ano passado. Os advogados da AGU (Advocacia Geral da União) também seriam contemplados nesse acordo. No entanto, com o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), as negociações foram suspensas.

“O governo se comprometeu a cumprir isso e não o fez”, reclama.

A paralisação irá afetar os serviços de dúvidas sobre o Imposto de Renda, o desembaraço de importações e exportações e a arrecadação de impostos federais, já que irá cair o volume de autuações.

Em relação ao serviço de dúvidas do IR, ele afirmou que o serviço será transferido das unidades da Receita Federal para os escritórios dos sindicatos. São 73 delegacias sindicais em todo o país.

 

Fonte: Folha Online

Servidor dos Correios é preso em Curitiba suspeito de desviar objetos

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Homem foi preso na manhã deste sábado (10) pela Polícia Federal (PF).
Se condenado, pode pegar até 12 anos de prisão, conforme a PF.

Um servidor dos Correios foi preso na manhã deste sábado (10), em Curitiba, suspeito de desviar objetos enviados pela instituição.

A prisão do servidor foi efetuada pela Polícia Federal (PF) em uma operação conjunta com a Gerência de Segurança dos Correios.

De acordo com a PF, o suspeito era servidor dos Correios há 15 anos. As investigações apontam que ele desviou 11 envelopes que, segundo a PF, continham talões de cheque e cartões bancários que seriam revendidos a terceiros para a aplicação de golpes nas cidade.

A PF informou que documentos de outras pessoas foram encontrados com o suspeito. Além disso, R$ 1.500 foram apreendidos.

Ele foi levado para a Superintendência da PF e deve responder por peculato. Se condenado, o servidor pode pegar até 12 anos de prisão.

Ainda conforme a PF, as investigações continuam para identificar se outras pessoas estão envolvidas no crime.

Fonte: G1 (Globo)

Frete de contêiner da China é mais barato que Sedex no Brasil

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Por R$ 300 não dá para pagar o serviço de um motoboy para ir e voltar dos aeroportos de Campinas e Guarulhos (SP) ou mandar uma caixa de Sedex de Brasília a São Paulo. Mas é dinheiro suficiente para pagar o frete de um contêiner com 20 toneladas de produtos da China para o Brasil.

O valor do frete marítimo de contêineres entre a Ásia e o Brasil está até 85% mais baixo que o de 2014. É o menor da história da navegação entre os país, segundo o maior operador de navios no país, a Maersk.

O preço de US$ 75 dólares apurado pela Folha de São Paulo, junto a operadores portuários para trazer um contêiner de 40 pés de Hong Kong para o porto de Santos (SP), o maior do Brasil, equivale a menos de 10% do custo para trazer o mesmo equipamento de Miami, nos EUA, local bem mais próximo. Também é mais baixo que enviar por Sedex, serviço de entrega do Correios, uma caixa cúbica de 60 centímetros, com três quilos dentro, de São Paulo a Brasília (R$ 337, segundo o site da empresa). Um frete por caminhão de São Paulo a Brasília de uma carga de 50 quilos também pode ser obtido preço mais baixo em sites da internet (R$ 786). Para um motoboy levar um documento entre o aeroporto de Guarulhos e de Campinas, o preço do frete vai a R$ 424.

O frete não é o único custo para quem traz o contêiner. A empresa ainda tem que pagar outros valores, como movimentação e estocagem. Nesse tipo de caixa, em geral chegam produtos de maior valor, como peças para carros, eletrônicos entre outros.  O preço baixo é gerado por uma distorção no mercado. As companhias de navegação aumentaram a capacidade dos navios que fazem linhas entre a Ásia e com o Mercosul, apostando no aumento do fluxo de comércio entre as duas regiões, registrado a partir da década passada. Mas a brusca queda de demanda nos países do bloco sulamericano por importados gerou uma gigantesca ociosidade nos navios, levando à redução drástica dos preços. Em 2015, houve redução de 9,4% na importação por contêineres no país, segundo os dados da Secretaria de Portos. O movimento caiu de 48 milhões de toneladas para 43,5 milhões. O movimento total de cargas nos portos cresceu 4% em relação a 2014, alcançando um bilhão de toneladas pela primeira vez, puxado pela exportação de minério e produtos agrícolas de baixo valor (soja e milho). As perspectivas só pioram. A balança comercial de janeiro de 2016 mostrou queda de 26% no valor de importações chinesas em comparação ao mesmo mês de 2015. No Porto de Santos, segundo dados da Abtra (Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados), o número de contêineres importados caiu mais de 20%, de 65,8 mil para 51,9 mil, na comparação entre janeiro de 2014 e de 2016. Se por um lado o preço baixo do frete é bom para quem traz produtos de fora, por outro é um risco para quando o país voltar a crescer. Mais linhas de navios podem ser retiradas, o que já ocorreu em 2015, devido à baixa rentabilidade.

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Fonte: Folha

Presos ladrões que roubavam encomendas

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A Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta quinta-feira, dois homens que roubavam carga transportada pelos Correios. A prisão ocorreu no Parque Colúmbia, na Pavuna, zona norte do Rio. Eles fazem parte de uma quadrilha responsável por mais de vinte assaltos região da Penha.

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