Correios terão operadora de celular em fevereiro com foco nas classes C e D

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Correios já oferecem diversos serviços além das entregas convencionais, como empréstimos, pagamentos de contas, envio de dinheiro por CPF e muito mais. Agora, a empresa vai disponibilizar mais uma novidade: telefonia móvel para celulares, chamada de Correios Celular, que será uma operadora móvel virtual (MVNO).

Basicamente, quem realmente oferece o serviço é a EUTV, pois a Correios Celular atua em regime de credenciada. Os sistemas operacionais e de billing serão da EUTV, enquanto o marketing e as vendas serão da Correios Celular. A companhia vai comercializar o serviço por conta da licitação que ganhou recentemente, operando na faixa de 2,5 GHz em São Paulo. Em rede nacional, a operadora tem um acordo com a TIM para abranger outras localidades.

 

O foco da Correios Celular é atender as classes sociais C e D com planos básicos, baratos e muito simples de entender. Em um primeiro momento, apenas planos pré-pagos serão vendidos (assim como os chips) em qualquer uma das 12 mil agências dos Correios do Brasil. A ideia é aproveitar a confiança que as pessoas depositam na marca.

A responsável pelo serviço é a EUTV, que opera em São Paulo na faixa 2,5 GHz e tem acordo com a TIM para operar em outros locais do Brasil

Outro intuito é ajudar na inclusão digital dessas classes e, se possível, da classe E também, que pode acabar atendida durante o marketing do serviço. Apesar de desejar agregar 1 milhão de usuários ainda em 2017, a Correios Celular não quer entrar na briga de operadoras brasileiras, mas sim realizar o trabalho com eficiência e clareza ao cliente, pois a maioria deles não confiam nas atuais operadoras por não entenderem bem o que é consumido e o que é pago.

A grande sacada é o regime de credenciada, pois, caso algo fique em desacordo com os padrões ou uma reclamação formal seja feita à Correios Celular, quem responde é a EUTV, que é a companhia associada à Anatel. Em outras palavras, é quase como um white label. O serviço chega em fevereiro em São Paulo e será expandido aos poucos pelo Brasil.

Fonte: Tecmundo

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Governo prepara medidas para restringir compras em sites internacionais

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Sem colher de chá, o governo prepara medidas para restringir as compras em sites internacionais, como o chinês Alibaba e o americano Amazon. Hoje, encomendas de até US$ 50 entram no país sem imposto. A ideia é enterrar a regra, taxando todo tipo de remessa, ou adotar um valor apenas simbólico para a isenção. A iniciativa foi debatida, e é bem vista pela equipe econômica, que promete definir em breve as mudanças.

Agradecidas A proposta atende as empresas brasileiras de comércio eletrônico, que reclamam da facilidade com que sites estrangeiros enviam seus produtos.

Após ter sido proposta a mudança em maio de 2016, voltou à pauta a proposta no inicio do ano de 2017 e o governo está decidido em aprovar.

As duas pastas falaram ainda sobre o Reintegra, o programa de benefícios fiscais a exportadores. A previsão é que a taxa suba para 2% em 2017 e chegue a 3% em 2018.

Encomendas dos Correios são tema de fraudes por e-mail

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Se por acaso você ainda está esperando alguma encomenda que deveria ter chegado para o Natal, cuidado com mensagens de e-mail que prometem “orientações” para você buscar o seu pacote. Criminosos virtuais brasileiros enviam várias mensagens utilizando o nome dos Correios e informações falsas sobre supostos pacotes que você deveria receber.

Nubank pode fechar as portas no Brasil nos próximos dias

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já fizemos algumas simulações. Com dois dias é apagar a luz e fechar a porta. Com 15 dias, a gente precisaria de quase R$ 1 bilhão de capital adicional do dia para a noite”, disse Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank. É exatamente isso: se o Banco Central confirmar nesta terça-feira (20) uma mudança no prazo de pagamento das vendas aos lojistas, o Nubank pode estar com os seus dias contados.

A sentença foi dita por Junqueira em entrevista ao Estadão, deixando claro que “reduzir de 30 para 2 dias o prazo, como vem sendo dito em Brasília, vai representar o fim do negócio”.

Os responsáveis por esta mudança são o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o atual presidente Michel Temer, que buscam “impulsionar a economia”. Como explica do Estadão, hoje, o lojista leva até 30 dias para receber o dinheiro pago via cartão por um consumidor. Agora, o governo busca encurtar esse processo.

Com dois dias é apagar a luz e fechar a porta

A cofundadora do Nubank diz a mudança será um problema, já que trará um custo extra para todos os emissores de cartões de crédito. Além disso, quem vai sofrer com essa mudança são os bancos menores, como o Nubank, já que os grandes do mercado brasileiro — e global — têm uma capacidade de financiamento muito maior, como o Santander, o Bradesco e o Itaú Unibanco.

Junqueira explicou o seguinte sobre o caso: “Atualmente, um cliente que usa o cartão pagará a fatura, em média, 26 dias depois. Assim, o Nubank, como emissor, receberá o dinheiro apenas após este prazo. Com o dinheiro, pagamos o adquirente (operador do cartão), que leva mais dois ou três dias para pagar o varejista. Isso dá o prazo de 30 dias”, descreve.

O TecMundo conversou com o Nubank e recebeu a seguinte posição:

“O ponto é que, se essas medidas econômicas se tornarem realidade, elas inviabilizarão o nosso negócio e não teremos como continuar”.

Desde 2014, o Nubank já emitiu mais de 1 milhão de cartões e tem uma receita via percentual descontado do valor repassado ao lojista — algo em torno de 5% (1,5% para Nubank e o resto para adquirente e bandeira). Caso o tempo caia de 30 dias para 2 dias, o Nubank será obrigado a pagar o adquirente antes de receber o pagamento da fatura pelo cliente. Para isso, será preciso pegar recursos no mercado, então, a situação posterior não é nada boa:

A redução do prazo de pagamento de lojistas pode ser fatal

“Mudar dramaticamente, reduzir o prazo para dois dias, isso seria apocalíptico para a gente. Nós já fizemos algumas simulações. Com dois dias é apagar a luz e fechar a porta. Com 15 dias, a gente precisaria de quase R$ 1 bilhão de capital adicional do dia para a noite. E, mesmo que os outros bancos emprestassem o dinheiro, eu não tenho margem para pagar o custo mensal da dívida. Hoje, meu custo de capital é bem mais alto que 1,5%.”

As mudanças serão apresentadas amanhã pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Como nota a fonte, “analistas acreditam que a redução do prazo de pagamento de lojistas pode ser fatal não apenas para alguns emissores, mas também para adquirentes menores”.

 

Fonte: Tecmundo

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