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Kassab diz que Correios correm ‘contra o relógio’ para evitar privatização, mas não vê outra saída

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O ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou nesta terça-feira (28), no Palácio do Planalto, que os Correios correm “contra o relógio” para evitar a privatização.

Segundo Kassab, a estatal necessita de um profundo corte de gastos para não ser privatizada. “Não temos saída”, declarou. Devido à crise financeira, os Correios abriram um plano de demissão voluntária e passaram a fechar agências pelo país.

O ministro se diz contrário à privatização e afirma que o governo está fazendo “todo o esforço” para evitar. “É uma constatação difícil. Sou contra a privatização, mas não há caminho”, declarou.

Kassab disse que o governo não tem recursos para investir nos Correios. Segundo ele, ao assumir o ministério, o déficit anual da estatal era de R$ 2 bilhões.

“Nós não temos saída: ou nós promoveremos o equilíbrio rapidamente ou nós vamos caminhar para um processo de privatização”, declarou.

De acordo com Kassab, a situação da empresa é resultado de “má gestão”.

“Má gestão é loteamento, corrupção, não encontrar receitas adicionais, não cortar para manter equilíbrio. A empresa corre contra o relógio”, declarou.

Kassab deu as declarações depois de participar, no Palácio do Planalto, da cerimônia de sanção da Lei de Revisão do Marco Regulatório da Radiodifusão.

Em 10 de fevereiro, em entrevista ao G1, Kassab descartou qualquer venda de participação nos Correios durante o atual governo, mas disse que “no futuro, com certeza, vai ter participação de capital privado”.

Na ocasião, ele afirmou que os Correios iriam reverter os sucessivos prejuízos registrados em 2015 e 2016.

Fonte: G1.Globo

Correios têm prejuízo de quase 500 milhões em 2 meses e estuda demitir 25 mil funcionários

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Com prejuízo de quase R$ 500 milhões nos dois primeiros meses de 2017, além de R$ 4 bilhões de prejuízo acumulado em 2015 e 2016 e um fracassado plano de demissão voluntária que atraiu apenas 5.500 funcionários, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) estuda efetuar entre 20 mil e 25 mil demissões para equilibrar as despesas operacionais e dar sustentabilidade à empresa que detém o monopólio dos serviços postais brasileiros.

A medida seria tomada com base no artigo 173 da Constituição, que permite adotar em empresas estatais o regime jurídico de empresas privadas, além de brechas na CLT, alegando que a ausência de demissões pode colapsar a estatal. A folha de pagamento da empresa aumentou de R$ 3 bilhões para R$ 7,5 bilhões entre 2006 e 2015, fazendo com que os custos trabalhistas subissem de 49% para 62% dos gastos totais. No mesmo período, o “tráfego de objetos” caiu de 8,6 bilhões para 8,2 bilhões por ano e o nível de produtividade diminuiu de 80 para 70 objetos por trabalhador. A estatal tem cerca de 117 mil empregados atualmente.

A cúpula da ECT também anunciou recentemente que os funcionários só poderão tirar férias em 2018, uma forma de economizar com o adicional de 70% de férias garantido pelo acordo coletivo da categoria (normalmente é um 33%).

Caso os Correios sejam bem sucedidos ao efetuar as demissões, a lógica também pode ser utilizada por outras estatais em crise para flexibilizar a estabilidade dos trabalhadores concursados, que atualmente só podem sair voluntariamente ou por justa causa após processo disciplinar.

 

Fonte: ILISP

Correios podem entrar em greve na Quarta Feira

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Funcionários dos Correios em ao menos 18 estados e no Distrito Federal prometem entrar em greve na próxima quarta-feira (15 de Março) em protesto contra as reformas da Previdência e Trabalhista.

Em Crise Correios anunciam fechamento de 250 agências no país

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Guilherme Campos, Presidente dos Correios

Os Correios anunciaram o fechamento de 250 agências, de 6.511 próprias no país.

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